Prêmio Mérito Científico SMCC 2018

A Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas (SMCC) entregou neste sábado (16/06) o Prêmio de Mérito Científico SMCC em sua edição de 2018. Neste evento, o trabalho “Specific Biomarkers Associated With Neurological Complications and Congenital Central Nervous System Abnormalities From Zika Virus-Infected Patients in Brazil.” desenvolvido em parceria do Instituto de Biologia da Unicamp, HC Unicamp, CAISM e Departamento de Vigilância da Secretaria de Saúde de Campinas, incluso o LEVE, foi premiado como um dos três melhores do ano!

 

Você na Ciência

Zé  O Prof. José Luiz Proença Módena PhD. deu uma entrevista para a Sigma-Aldrich/Merck falando um pouco mais sobre ele, sua linha de pesquisa  e seus posicionamentos. Nesta entrevista ele discute sobre sua relação com a ciência e sua avidez em buscar fazer o melhor para aquilo que é pouco visado, como  os vírus emergentes que acometem países sub-desenvolvidos. “Temos medo de arriscar, temos medo de sonhar longe, … Pois para se empreender no Brasil, você tem que nadar contra a maré”. Confira esta entrevista clicando aqui.

Sobre

Em ambiente estruturado para trabalhar com organismos classe II e III (o primeiro de Campinas), o Laboratório de Estudos de Vírus Emergentes (LEVE) dedica-se ao estudo de aspectos patogenéticos de vírus emergentes em humanos. Uma das linhas de pesquisa do LEVE, financiada por um projeto Jovem Pesquisador da FAPESP (2016/00194-8), visa caracterizar como componentes e células chaves da resposta imune inata e adaptativa controlam a replicação viral periférica e neuroinvasão de arbovírus emergentes, usando como modelo a infecção pelos vírus Oropouche e Zika. Para isso, o LEVE está estruturado para trabalhar com métodos clássicos de virologia, cultura celular, manuseio animal e biologia molecular. Além disso, o laboratório tem projetos que visam caracterizar novos antivirais e detectar fatores de risco para o desenvolvimento de complicações neurológicas por Zika e outros arbovírus. Nesse contexto, num projeto aprovado pelo CNPq (com vigência até 2021) e coordenado pela Profª Denise Pontes Cavalcanti, pretende-se caracterizar como marcadores genéticos e a população de microrganismos intestinais, incluindo vírus, bactérias e parasitas, podem predispor gestantes a complicações congênitas associadas a infecção por Zika.